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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Pela primeira vez, os Portugueses não vão poder assistir aos jogos da Liga Portuguesa em sinal aberto... Pois é meus amigos, se querem ver futebol, "PAGUEM" ou então vão para os cafés ver os jogos... Em último caso sempre existe uma alternativa, que é a Internet mas, com tantos a quererem ver os jogos, duvido que o sinal chegue em plenas condições... Se por acaso não for uma tática consertada entre os vários clubes da primeira divisão, para fazer com que os adeptos comprem bilhetes para ver os jogos visto o país estar em crise, assim como a maior parte dos clubes...Então, a não transmissão dos jogos em sinal aberto, irá fazer com que os clubes amealhem umas boas receitas este ano... DIGO EU.

RTP, SIC e TVI desistem dos jogos da I Liga...
A duas semanas do arranque do campeonato de futebol, o cenário parece quase uma certeza: os jogos da I Liga deverão, pela primeira vez, ser transmitidos apenas pela televisão paga, através da SportTV. O canal já avisou mesmo a ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) e a Autoridade da Concorrência que ninguém quis comprar os direitos televisivos.
O assunto está em análise na ERC, que na passada semana contactou a RTP, SIC e TVI para um eventual processo de mediação. A ERC pode estabelecer um preço considerado justo e tentar convencer as partes a entenderem-se. Outra hipótese é os três canais dividirem entre si os jogos.
Apesar de a lista dos eventos de interesse público que devem ser emitidos em sinal aberto incluir um jogo por jornada e de a lei da TV dizer que isso é obrigatório, não há qualquer sanção se essa norma não for cumprida nem é possível obrigar a SportTV a vender ou os canais a comprar.
O PÚBLICO sabe que a RTP não vai fazer qualquer proposta e a SIC também não, como confirmou o director-geral, Luís Marques. Nem a TVI, que transmitiu os jogos da I Liga para canal aberto nas duas últimas temporadas.
"Neste momento, não é um processo em aberto", adiantou ontem Rosa Cullell, administradora delegada da Media Capital, à Lusa. "A situação de mercado é muito diferente de há três ou quatro anos e os preços do futebol são muito elevados", justificou.
Ainda menos clara é a situação das transmissões dos jogos da liga espanhola desta temporada, que arranca também dentro de 15 dias. O empresário Miguel Paes do Amaral adquiriu os direitos desta competição para Portugal (substituindo a Sport TV) por três temporadas, a troco de 16 milhões de euros, mas ainda não tem definido um canal para a sua exibição. 
Contactado pelo PÚBLICO, o empresário não quis comentar o assunto, nem confirmar se já teria liquidado um primeiro pagamento de um milhão de euros à MediaPro (detentora dos direitos internacionais), que venceu no final do passado mês de Junho.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Existe uma campanha Portuguesa com o fim de invadir a Suíça... Portugueses, vistam as fardas e preparem as malas porque os navios e aviões estão prontos para a invasão... Pois é, isto dava mesmo um filme e o título seria, "Switzerland surrenders"... Este país está mesmo na falência e qualquer dia, deixa de fazer sentido a existência de Portugal e dos Portugueses... Bem, talvez os Alemães comprem este pedaço de terra para fins turísticos e, sabe-se lá, talvez convidem os Lusosuíços, para virem trabalhar para cá como empregados hoteleiros... Oh! meu querido Portugal, terra de Navegantes... Ao ponto que tu chegaste.


Mais de mil portugueses mudam-se para a Suíça todos os meses...

Propagam-se por toda a Confederação Helvética, em particular pelos cantões de Vaud, Genebra, Valais e Zurique. Os homens já não têm de abrir caminho. Gonçalo seguiu a namorada e muitos outros tentam ali a sua sorte. Partem aos milhares.
Já lá vão quase 50 anos desde que os suíços puseram os portugueses na lista de trabalhadores de "áreas distantes", demasiado diferentes para se habituarem aos seus usos e costumes. Nos últimos anos, os portugueses até parecem estar a tomar a Confederação Helvética de assalto. Desembarcam, em média, mil por mês. Só os alemães os superam. Quem sabe por quanto tempo? A vizinhança alemã - de Baviera e de Baden-Württemberg - está quase com pleno emprego.
Nem meio milhar havia há 40 anos, altura do desembarque de Manuel Beja, conselheiro das comunidades portuguesas. Era desmedido o poder de atracção de França e desencorajador o estigma na Suíça, só revisto na sequência da entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia, em 1986. No final do ano passado, já havia 224.171, com maior incidência em Vaud, Genebra, Valais e Zurique.

Se há ideias que uma pessoa não deve ter... Esta é uma delas... É que a convocação de uma festa através do Facebbok, saíu-lhe bastante cara e agora ou paga ou então?... Ou então nada, porque segundo a notícia, o jovem vai mesmo ter de pagar a quantia em divida a mando do tribunal... Caros amigos, se um dia vos passar pela cabeça organizar uma festa, ponderem bem a situação... Não vá o Diabo tecê-las.

Alemão condenado a pagar 227.000 euros por convocar festa no Facebook...
A ideia era organizar uma festa no lago, e está a sair cara. Um rapaz alemão de 20 anos convocou uma festa para as margens do lago de Konstanz e agora foi condenado a pagar 227.000 euros, o preço de mobilizar cerca de 300 polícias para o local.
“Cada vez que olho para a sentença fico doente”, contou Matthias L. Ao diário Bild. O seu ordenado é 560 euros por mês, por isso não lhe permite grandes poupanças. 
Quando lançou a convocatória, via Facebook, estava longe de imaginar o que lhe iria acontecer. Milhares de pessoas confirmaram a presença, ainda que só cerca de 150 tenham aparecido, das quais 8 acabaram por ser detidas.
Matthias já tinha estado noutras festas convocadas pelo Facebook e acreditou que conseguiria fazer melhor, contou ao Bild. Promoveu então um grande evento nas margens do lago em Konstanz, uma cidade universitária que fica no Sul da Alemanha, perto da fronteira com a Suíça. 
Foi então que as autoridades locais mobilizaram 300 polícias para impedir o acesso ao local, onde se esperava uma verdadeira enchente, e a factura acabou por ser apresentada ao organizador da festa.
As autoridades locais, que proibiram o evento, e a polícia, querem agora ser reembolsadas e um tribunal deu-lhes razão e decidiu que Matthias terá de pagar 227.052 euros para compensar os gastos com a mobilização das forças de segurança.
Um funcionário do Ministério do Interior da Alemanha confirmou a intenção do Governo: “vamos definitivamente cobrar a multa, em conformidade com as normas estatais”. A julgar pelo vencimento actual, serão necessários 405 ordenados de Matthias, ou 33 anos de ordenado.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Apartamentos com preços entre, os 120 mil e os 200 mil Dólares para um povo que ganha em média 2 dólares por dia. Quem as construiu foram os chineses em troca de petróleo...Cá para mim a china ainda acaba por exportar Chineses para ocupar estas cidades fantasma... E qualquer dia em ver de se falar (CRIOULO 克里奧爾語), passa-se a falar (MANDARIM 普通話)... E isto passa-se na segunda cidade mais cara do mundo para se viver.

Imagem dos prédios publicada numa conta do Facebook
Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas...
O objectivo era albergar às portas de Luanda cerca de meio milhão de pessoas. Mas, até agora, o empreendimento Nova Cidade de Kilamba não passa de mais um "elefante branco" angolano construído com dinheiros chineses.
Há relvados, prédios, apartamentos, escolas, lojas e estradas. A única coisa que não há? Pessoas. Era suposto o complexo residencial Nova Cidade de Kilamba - a cerca de 30 quilómetros de Luanda - estar por esta altura cheio de habitantes. Mas até agora não passa de uma cidade-fantasma.
As pessoas que aí conseguiram comprar um apartamento, vêem-se agora a braços com propriedades depreciadas.
A empresa China International Trust and Investment Corporation (CITIC) gastou 3500 milhões de dólares nesta urbanização que, uma vez completa, ocupará 5000 hectares. Em troca, Angola pagou este investimento com a sua matéria-prima mais preciosa: petróleo.
Este investimento é o mais significativo de uma série de “cidades satélite” que estão a ser construídas por empresas chinesas um pouco por todo o país desde que Pequim começou, há alguns anos, a investir fortemente em Angola.
O governo angolano promoveu a Nova Cidade de Kilamba como um novo paraíso para a classe média angolana, que podia aqui encontrar um estilo de vida mais relaxado que no centro de Luanda. Mas num país onde a classe média ainda não tem visibilidade nem poder económico, o plano parece agora condenado.
Elias Isaac, responsável pelo ramo angolano da sociedade OSISA (Open Society Initiative of Southern Africa), constata, em declarações à BBC: “Não há classe média em Angola, só os muito pobres e os muito ricos, e por isso não há ninguém que compre este tipo de casas”.
Os factos não desmentem Isaac: quase um ano depois de os primeiros 2800 apartamentos concluídos terem sido postos à venda, apenas 220 foram vendidos. E mesmo estes - avança a BBC - não terão sido ainda totalmente ocupados. 
O local também não tem ainda infra-estruturas a funcionar. À excepção de um hipermercado localizado à entrada do complexo, a BBC diz que não há mais nenhum sítio para comprar comida.
Nada disto é surpreendente, porém, se levarmos em conta que os apartamentos estão a ser vendidos a preços que variam entre os 120 mil e os 200 mil dólares, num país onde se estima que dois terços dos cidadãos vivam com menos de dois dólares por dia. Tudo isto às portas de uma capital considerada este ano pela consultora Mercer a segunda cidade mais cara do mundo a seguir a Tóquio.
Paulo Cascão, director-geral da Imobiliária Delta, a agência que está a gerir as vendas na Nova Cidade de Kilamba, frisa, porém, que o problema está na dificuldade de acesso a créditos bancários. “Os preços estão correctos para a qualidade dos apartamentos e para todas as condições oferecidas pela cidade. As vendas estão a decorrer lentamente por causa das dificuldades na obtenção de empréstimos”.
Elias Isaac sublinha que a prioridade em Angola devia ser a construção de casas a preços reduzidos, uma vez que maioria da população ainda vive em barracas sem água, electricidade nem saneamento.
De acordo com Paulo Cascão, o governo anunciou recentemente que uma parte dos apartamentos de Kilamba se destina a habitação social, podendo ser arrendados por pessoas com poucos rendimentos. A BBC acrescenta que ainda ninguém sabe exactamente como é que será feito o processo de selecção de habitantes e os mais cínicos argumentam que tudo não passa de uma manobra eleitoralista antes das eleições de 31 de Agosto.
Também se desconhece o que irá acontecer aos apartamentos que não forem vendidos. Isso não preocupa, para já, o governo. O vice-ministro das Obras Públicas, Manuel Clemente Júnior, disse à BBC estar convencido que o projecto será um sucesso. 
Respondendo às críticas que dão conta que a urbanização fica demasiado longe do centro de Luanda, o governante afirmou: “Há sempre pessoas que criticam, mas graças às novas auto-estradas que estão a ser construídas, a Nova Cidade de Kilamba ficará apenas a 15/20 minutos do centro da cidade (de Luanda)”.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

AhAhAhAH!!!...Só nos faltava mais esta...outro Sócrates...Será que o conceito Low Cowst (Na educação) já está institucionalizado há muito em Portugal?

Quando pediu para ser admitido na Lusófona, Relvas já tinha sido deputado e secretário de Estado
Licenciatura de Relvas: curso num ano “não é de todo vulgar”...
No currículo tinha uma longa experiência política e vários cargos. Já tinha estado no Governo. E concluíra uma disciplina de Direito em 1985. O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas requereu a sua admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu uma licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007, com 11 de classificação final. O curso tem um plano de estudos de 36 cadeiras semestrais, distribuídas por três anos. O presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (Apesp), João Redondo, diz que fazer uma licenciatura de três anos só num ano “não é de todo vulgar”.

terça-feira, 3 de julho de 2012

A saga das falências continua e Portugueses despem-se por causa da...ORGIA ESTATAL.

Dez mil famílias e empresas arrastadas para a falência no primeiro semestre de 2012...
Número de insolvências no país subiu 83% entre Janeiro e Junho, alcançando um ritmo de 53 por dia. Falências de particulares mais do que duplicaram e já pesam 65% do total. Nas empresas, o sector mais afectado é o imobiliário.
A crise que o país vive encontra um reflexo muito nítido na escalada dos processos de insolvência nos tribunais portugueses. No primeiro semestre deste ano, as falências judiciais aumentaram 83% face ao mesmo período de 2011, alcançando praticamente a barreira das dez mil e a um ritmo de 53 por dia. Esta subida continua a ser protagonizada essencialmente pelas famílias em dificuldades financeiras, que já representam quase 65% dos casos que chegam à justiça. 
De acordo com dados cedidos ao PÚBLICO pelo Instituto do Informador Comercial, uma entidade gestora de crédito que reúne esta informação com base nos anúncios publicados em Diário da República, registaram-se 9637 processos de insolvência em Portugal entre Janeiro e Junho. Trata-se de uma subida de 83% face ao primeiro semestre de 2011 (período em que entraram nos tribunais 5274 acções deste tipo). E também do maior aumento verificado nos últimos cinco anos.
Tal como tem acontecido desde meados do ano passado, são as falências judiciais de pessoas singulares que têm impulsionado estas subidas. No primeiro semestre deste ano, o número de famílias arrastadas para a insolvência mais do que duplicou, atingindo um total de 6228. Este valor compara com os 3102 processos registados no mesmo período de 2011, mas a diferença é muito mais substancial quando analisados os dados de 2008 (ano em que se verificaram 408 casos).

Nessa altura, as falências de particulares representavam 23,3% do total e a grande fatia era da responsabilidade das empresas. Mas, a partir de 2011, a inversão desta tendência concretizou-se. Já no primeiro semestre desse ano, as insolvências das famílias pesavam 58,8% no total de processos que entraram nos tribunais. A percentagem subiu agora para 64,6% entre Janeiro e Junho de 2012. Neste momento, 34 pessoas são declaradas falidas por dia em Portugal.
O aumento deste tipo de falências está directamente relacionado com os impactos da crise, nomeadamente com factores como o desemprego, o endividamento e a redução de rendimentos. Mas há outras variáveis importantes, como o facto de haver hoje muito mais informação sobre este mecanismo judicial, que permite, em muitos casos, um perdão da dívida junto dos credores. A chamada exoneração do passivo do restante, uma possibilidade que a lei das insolvências institui, dá a possibilidade aos devedores de começar do zero ao fim de um período de cinco anos.
Vaga de falências no Norte.
Do lado das empresas, fruto das fragilidades que a instabilidade económica pôs a descoberto e das actuais restrições de financiamento, o número de casos também continua a aumentar, embora a um ritmo mais moderado. Os dados do Instituto Informador Comercial mostram que, nos primeiros seis meses deste ano, registaram-se 3409 falências deste tipo (19 por dia), o que significou uma subida de 57% face a 2011. Em relação a 2008, a escalada é de 154%, já que, nesse ano, entraram apenas 1340 processos nos tribunais portugueses.
De entre os sectores mais afectados por insolvências no primeiro semestre, destaca-se o da promoção imobiliária, que registou um total de 604 processos, representando 18% do total. A segunda e terceira posições do ranking são ocupadas pelo comércio a retalho, com 467 casos, e pelo comércio por grosso (427), excluindo a venda de automóveis. Da lista das cinco actividades com mais registos de falências judiciais fazem também parte a construção e a restauração (222 e 192 insolvências entre Janeiro e Junho, respectivamente). 
No entanto, o sector que assistiu ao maior aumento do número de falências foi o das empresas de reparação de material electrónico, com um acréscimo de 600%, sobretudo porque partiu de uma base pequena (passou de um caso em 2011 para sete este ano). Também os negócios de apoio social tiveram um comportamento semelhante, subindo 500% (de um para seis processos). Já os maiores decréscimos foram protagonizados por actividades como as telecomunicações, os consultórios de veterinária e as casas de apostas, que não registaram qualquer insolvência no primeiro semestre.
Em termos geográficos, é no Norte do país que mais insolvências têm chegado aos tribunais, tanto de empresas, como de particulares. O Porto lidera, actualmente, o ranking de distritos com maior incidência destes processos, tendo registado um total de 2586 no primeiro semestre, ou seja, 26,8% do total. A Invicta roubou o lugar a Lisboa, que em 2011 liderava esta lista. Entre Janeiro e Junho deste ano, a capital ficou em segundo lugar, com 1812 falências judiciais. Na terceira posição surge Braga (975 falências), seguindo-se Aveiro (788) e Setúbal (597).
Entre Janeiro e Junho, o distrito que registou uma maior preponderância de insolvências de particulares foi Setúbal, onde este tipo de processos representou 76,4% do total. Pelo contrário, em Bragança, as falências de famílias pesaram apenas 41,4%. Este foi, aliás, o distrito onde entrou o menor número de processos no primeiro semestre (apenas 29). Comparando com os dados de 2011, a zona do país que assistiu à maior escalada foi Beja, com uma subida de 324%, passando de 17 para 72 casos.
Recuperar negócios.
O programa Revitalizar, que entrou em vigor a 21 de Maio com o objectivo de aumentar o número de casos de recuperação de negócios em dificuldades financeiras, atraiu, até agora, 28 empresas. Falta ainda lançar os fundos de reestruturação de 220 milhões de euros prometidos pelo Governo.
Desde Janeiro, entraram 28 processos de revitalização nos tribunais, com especial incidência no distrito de Braga (oito casos), de Aveiro (cinco) e do Porto (quatro). Trata-se de acções judiciais em que as empresas têm como objectivo recuperar, necessitando do acordo de pelo menos um credor para avançar com um plano de viabilização financeira. Esta foi uma das principais alterações introduzidas com a revisão do Código das Insolvências, exigida pela troika.
O secretário de Estado da Economia, António Almeida Henriques, frisou que os processos que deram entrada até aqui são "de empresas com significado económico e laboral", em que "o sector mais relevante é o da indústria". O governante acrescentou que "estes 28 processos não constituem manifestações de intenções ou expedientes dilatórios", significando "uma alternativa à insolvência e à liquidação das empresas em dificuldades".
Um passo importante neste dossier é o lançamento de fundos de reestruturação no valor de 220 milhões de euros que vão servir para suportar a recuperação destas empresas. O Governo tinha previsto avançar com este mecanismo ainda em Junho. Almeida Henriques explicou que o Executivo está a trabalhar no tema, em sintonia com a reprogramação estratégica do QREN, cujos pilares deverão ser enviados à Comissão Europeia até meados de Julho.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Os políticos e militantes do PSD e do CDS, vão-me desculpar por não meter aqui a reportagem escrita mas acontece que, nos tempos que correm onde as dificuldades de um povo são notórias, trazer mais uma vez à baila um acidente de (1980), levando os tribunais a gastar dinheiros públicos quando o povo já se esqueceu de tal acidente, é no mínimo, uma falta de respeito... Chega destas merdinhas Políticas com os mortos e tratem de dar mais atenção com os que estão vivos.

Camarate: vai avançar décima comissão de inquérito...

Multimilionário volta à carga e abre outro site... Mas, irá iniciá-lo de mansinho, porque desta vez, só partilha musicas e será a pagar... Por quanto tempo é que ele se irá portar bem?

Kim DotCom, fundador MegaUpload
Fundador do Megaupload anuncia novo site...
Kim Dotcom, fundador do Megaupload e acusado de violar direitos de autor através da disponibilização de vídeos e música na Internet de forma ilegal, já tem ideias para um novo website.
Segundo anunciou no Twitter, Dotcom, vai criar um site para partilha de música, o Megabox. "Os artistas podem animar-se, o Megaboz está a chegar e vai libertá-los", escreveu o multimilionário.
Mas desta vez, e para evitar confusões, o norte-americano vai ajudar a vender êxitos. O novo site vai permitir que os artistas vendam as suas músicas directamente aos fãs, recebendo 90% das receitas geradas.
Dotcom, foi investigado e preso por violar os direitos de autor, no inicio deste ano. Será o novo site uma redenção para o dono do Megaupload?

Pequenas alterações nos comentários do Facebook... Pequenas dizem eles mas, suficientes para bisbilhotarem mais um pouco da nossa privacidade.

Novas funcionalidades ainda não estão disponíveis para todos os utilizadores
O Facebook introduziu, nesta quinta-feira, uma pequena mas útil alteração no modo de funcionamento dos comentários. Agora, os utilizadores daquela rede social podem modificar o que escrevem nos comentários sem terem de os apagar e reescrever. Os posts mantêm-se, no entanto, inalteráveis.
A ideia é que eventuais gralhas possam ser corrigidas sem ser preciso apagar o comentário. Mas, para que os utilizadores não caiam na tentação de proceder a alterações de sentido, de opinião ou de forma a poder lançar a confusão numa conversa, o Facebook implementou também um histórico que mostra todas as mudanças feitas nos comentários.
A implementação deste histórico parece ter sido o motivo para a demora da chegada desta nova funcionalidade ao Facebook. É que já era possível editar comentários rapidamente nesta rede social, se isso fosse feito nos segundos imediatamente após a sua publicação. Agora, o constrangimento temporal foi abolido.
Com o histórico, o processo de edição torna-se mais transparente. O que ainda não é claro é se o Facebook vai implementar a mesma solução para a edição de posts, que hoje em dia não é permitida em qualquer circunstância.
A possibilidade de editar comentários e publicações é frequentemente usada como ponto a favor do Google+, quando é feita a comparação com o rival liderado por Mark Zuckerberg. Isto porque o que na rede social do Google demora segundos a fazer, necessitava de alguns minutos no Facebook, perdidos num processo corta-e-cola.
Estas novas funcionalidades, ainda em fase de testes, não estão, por ora, disponíveis para todos os utilizadores.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Temos de acreditar em nós...



Samuel Silva
Minho cria embalagem comestível para alimentos
Minho cria embalagem comestível para alimentos...
Nanotecnologia permite aumentar tempo de conservação dos alimentos. Lacticínios serão os primeiros a adoptar tecnologia.

Quer queiramos, quer não, somos obrigados a reconhecer o valor dos nossos cientistas, pois eles continuam a contribuir, e muito, para a ciência em Portugal e no mundo. Parabéns, à comunidade cientifica Portuguesa.

Stauss-Khan "O invencível"


Juiz retirou acusações contra Strauss-Khan

PÚBLICO, Agências
Juiz retirou acusações contra Strauss-Khan





















As acusações de abuso sexual contra o político francês Dominique Strauss-Kahn foram hoje retiradas pelo juiz Michael Obus, do Supremo Tribunal de Justiça do Estado de Nova Iorque.



É por estas e por outras que o povo se revolta. Se ele fosse um cidadão comum (Diga-se sem cheta para corromper alguém), já tinha sido acusado de Violação agravada, mas, como é uma pessoa da alta esfera mundial, encerra-se o processo e...silêncio.

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