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terça-feira, 10 de julho de 2012

Estes políticos só sabem usar a palavra "ROUBO". Está no sangue daqueles que apregoam a liberdade e democracia... Vejam lá que até no tempo da sua universidade o Ministro "Relvado", já utilizava a arte do roubo, neste caso foi a universidade que frequentou em 1996... Já dizia o famoso pensador (Júlio Camargo) que; "O mentiroso faz dois esforços: mentir e segurar a mentira".

A Universidade Lusíada anulou a matricula do então deputado Miguel Relvas em 1996

Miguel Relvas ficou a dever 800 euros à Universidade Lusíada...
A Universidade Lusíada anulou a matricula do então deputado Miguel Relvas, em 1996, por estar a dever 160.272 escudos (cerca de 800 euros) de propinas.

Relvas tinha-se matriculado em Novembro de 1995 no primeiro ano do curso de Relações Internacionais, mas logo no fim de Janeiro já tinha as propinas em atraso, tendo sido informado por escrito de que a sua inscrição seria cancelada se não pusesse as contas em dia até ao fim do mês.
Um mês e meio depois, a 13 de Março de 1996, os serviços da universidade enviaram-lhe um novo ofício, no qual comunicam que a matrícula foi “anulada dado não ter procedido à liquidação do saldo da conta corrente, no valor de 160.272 escudos”. O documento informa ainda o aluno de que se desejasse voltar a inscrever-se no estabelecimento teria de pagar as propinas em atraso.
A carta em que a universidade comunica a anulação da matrícula consta do processo individual do aluno Miguel Relvas, que o PÚBLICO consultou esta tarde nas instalações da Universidade Lusíada, em Lisboa. Na altura em que se inscreveu no curso de Relações Internacionais, onde não chegou a fazer qualquer exame, Relvas já era deputado há dez anos.
No ano lectivo de 1984/1985 já tinha frequentado o curso de Direito da Universidade Lusíada (então ainda chamada Universidade Livre), tendo sido aprovado, com dez valores, apenas em uma (Ciência Política e Direito Constitucional) das quatro disciplinas do currículo do primeiro ano
No ano seguinte (1985/1986) deixou Direito e matriculou-se em Ciências Históricas, mas não fez nenhuma das sete disciplinas semestrais que correspondiam ao primeiro ano do curso.
Onze anos depois inscreveu-se em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Lusófona, concluindo o curso de três anos em apenas um ano lectivo. Na Universidade Lusíada não há qualquer registo de que o actual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares tenha alguma vez requerido um certificado de habilitações que atestasse o facto de ter sido aprovado na disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional.
De acordo com a agência Lusa Relvas no processo do ministro na Universidade Lusófona também não se encontra qualquer prova de que tenha obtido aprovação naquela cadeira.

Ao que Portugal chegou. Pais, terem necessidade de mandar os filhos menores emigrarem para que os ajude a sobreviver... Dá mesmo vontade de fazer uma revolução neste país e obrigar estes Políticos a trabalhar no duro... LIMPANDO AS RETRETEs ONDE O POVO CAGA... E já era um emprego de luxo!...

Os alertas do comissário Nils Muiznieks surgem num relatório que resulta de uma visita a Portugal
Crianças portuguesas estão a emigrar para trabalhar no estrangeiro...
O comissário do Conselho da Europa para os direitos humanos alertou hoje que há crianças portuguesas a emigrar para trabalhar por causa da crise e famílias a retirar idosos das instituições para beneficiar das suas reformas.
Os alertas do comissário Nils Muiznieks surgem num relatório que resulta de uma visita a Portugal, entre 7 e 9 de Maio, durante a qual se debruçou sobre o impacto da crise e das medidas de austeridade sobre os direitos humanos. 
“Durante a sua visita, o comissário foi informado de que, desde o início da crise, tem havido casos de crianças a migrar por motivos de trabalho para outros estados-membros da UE”, pode ler-se no relatório de 18 páginas. 
O documento acrescenta, citando especialistas, organizações da sociedade civil e sindicatos ouvidos pelo comissário, que “a crise financeira, o aumento do desemprego e a diminuição das fontes de rendimento das famílias devido às medidas de austeridade levaram as famílias a fazer novamente uso do trabalho infantil, nomeadamente no sector informal e na agricultura”. 
Recordando que o país já regista uma elevada taxa de abandono escolar, o comissário apela às autoridades portuguesas que monitorizem a evolução deste problema e que não descontinuem programas que visam prevenir o trabalho infantil. 
O responsável refere, por exemplo, ao Programa Integrado de Educação e Formação, que visa prevenir o trabalho infantil, alertando ter sabido, durante a sua visita, de que este “poderá ser descontinuado”. 
Nils Muiznieks manifesta também preocupação com relatos de que a pobreza infantil está a aumentar em Portugal, como consequência do aumento do desemprego e das medidas de austeridade, nomeadamente os cortes nos abonos de família. 
O comissário teme que as medidas de austeridade dos últimos dois anos ameacem seriamente as melhorias alcançadas na última década e apela às autoridades que tomem particular atenção ao possível impacto da crise no trabalho infantil e na violência doméstica contra as crianças. 
Isto porque “uma situação socioeconómica cada vez mais difícil para as famílias, que são sujeitas a elevados níveis de ‘stress’ e pressão, pode resultar em sérios riscos de violência doméstica contra as crianças”. 
O risco de violência doméstica afecta também os idosos, alerta o responsável, que diz ter tido conhecimento de que muitos casos de violação dos direitos humanos, incluindo violência, “resultam de famílias que estão a retirar os idosos das instituições e a levá-los para casa para poderem beneficiar das suas pensões.
“Interlocutores do comissário que trabalham com idosos relataram um aumento dos casos de extorsão, maus-tratos e, por vezes, negligência depois de idosos com problemas de saúde serem retirados das instituições”, especifica o texto, que cita números da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima que atestam um aumento de 158% no número de casos de violência contra idosos entre 2000 e 2011. 
O comissário reconhece que o programa de emergência social, lançado pelo governo no ano passado, inclui uma série de medidas que visam mitigar os efeitos da austeridade nos idosos, mas considera que, sozinhas, estas medidas “podem não ser suficientes para responder de forma abrangente às crescentes dificuldades que enfrentam muitos idosos”.

Classe médica diz que "Não vai morder o isco", em resposta ao Ministro da Saúde que diz, "Tentar evitar a greve"... Verdade seja dita que os médicos não precisam morder o isco, porque já dez milhões de "Sardinhas Portuguesas", morderam o anzol e estão prestes a ficar só com as espinhas.

O ministro Paulo Macedo "não deu nem dará por terminadas as iniciativas de chamar os sindicatos à razão"
Ministro tenta evitar greve, mas médicos não vão “morder o isco"...
O Governo diz que ainda está disponível para negociações nesta terça-feira com os médicos, mas recusa responder se vai ou não querer reunir com os sindicatos depois do protesto de dois dias. Já os sindicatos do sector médico garantem que a greve geral de quarta e quinta-feira vai mesmo avançar e dizem que não vão “morder o isco à última hora” da abertura do Ministério da Saúde.
“O Ministro da Saúde não deu nem dará por terminadas as iniciativas de chamar os sindicatos à razão no sentido de suspender uma greve para a qual não há razões objectivas”, garantiu nesta terça-feira ao PÚBLICO o assessor de imprensa do ministro Paulo Macedo, Miguel Vieira. Segundo a mesma fonte, o ministro da Saúde reafirma que “está sempre disponível para encontrar soluções que evitem o prejuízo de uma greve de dois dias”.
O ministério lembra ainda que se o protesto tivesse uma adesão de 100% isso “significaria a não realização de mais de 400 mil consultas e mais de 4 mil cirurgias”, de acordo com os dados sobre a produção média de dois dias do sector público da Saúde, descontando-se a actividade em urgência, que está protegida pelos serviços mínimos.
Mas os sindicatos continuam a exigir respostas concretas sobre os mais de 20 pontos que constam no pré-aviso de greve. Segunda-feira, em resposta às propostas de Paulo Macedo, os representantes dos médicos reclamaram um calendário das medidas a concretizar. Porém, o ministério afirma não ter recebido qualquer pedido dos sindicatos médicos para a calendarização de propostas. “Isso foi apenas matéria veiculada para a comunicação social”, adianta Miguel Vieira.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Uhau...Ecstasy


Ecstasy modificado pode vir a ser utilizado para combater cancros do sangue

PÚBLICO
Ecstasy modificado pode vir a ser utilizado para combater cancros do sangue






Uma forma de ecstasy modificado poderá vir a ter um papel importante no combate a alguns tipos de cancros do sangue.
E esta heim...! Já estou a ver na embalagem do medicamento o seguinte aviso: "Cuidado, não exagere na dose por causa da trip (moca).

"Verdade" ou "Mentira"

 Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, é o membro do Governo que declarou menor rendimento referente ao ano de 2010 - 51.520 euros é o total indicado pelo ministro como trabalhador dependente, conforme a declaração entregue no Tribunal Constitucional (TC). Portas tem um Volkswagem Touareg e 159 mil euros numa conta solidária, no Banco Popular. Nada mais.


Será que não há nada mais? É que a ser verdade, os portugueses vão começar a ficar com pena dele, pois caminha a passos largos para a pobreza. "Coitadinho"

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